Esses vídeos são de soldados e mariners dos EUA voltando para casa e sendo recepcionados pelos seus "melhores amigos"
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
sábado, 16 de janeiro de 2010
terça-feira, 21 de julho de 2009
Mark Knopfler
Longe da superestrutura que compunha o Dire Straits, o escocês Mark Knopfler em seus trabalhos solos, tenta demonstrar algo mais pessoal e descomprometido, uma tendência seguida desde seus primeiros discos (”Golden Heart”, “The Ragpicker’s Dream” e “Sailing to Philadelfia”).Como um bom scottish whisky envelhecido em tonéis de carvalho o velho escocês de Glasgow tornou-se mais encorpado, refinado, intimista, suave e maduro. Até o visual “tiozão” com faixinha na cabeça foi felizmente descartado. Agora o violão de aço é o principal instrumento – a peculiar guitarra de Knopfler continua, porém com menos destaque – e todas as composições foram pensadas a partir dele. A sonoridade recebeu bastante contribuição do som sulista norte-americano e da influência britânica, representada principalmente pelo folk, e pela música escocesa e irlandesa. Além do violão marcante e da guitarra como mais um instrumento, temos uma boa cozinha com batera, baixo e órgão (esses 2 últimos valorizando timbres vintages; ponto positivo) em concordância com a proposta.
As letras também refletem a fase citada acima: a maioria das canções são fruto da observação cotidiana de Mark sobre (em sua maioria) fatos corriqueiros ou relatos que reflitam certa nostalgia. É certo que em alguns momentos tal melancolia deixa o trabalho com “pegada insuficiente”, mas o todo é bem resolvido e até autêntico. No geral, Mark Knopfler agrada pelas boas referências e pela faceta meio caipira, mas passando muito longe do clichê.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Festa na Estação
Momentos que fazem a vida valer a pena...
Nesses tempos de neurose e terrorismo. Imagine voce numa estação de trem e de repente dezenas de dançarinos infiltrados entre os passantes fazem um surpreendente e inesperado espetáculo enquanto musicas tocam nos altos falantes da estação. Pois isso aconteceu em estações em Londres (Reino Unido) e Antuérpia (Bélgica) e faziam parte da gravação de comerciais para TV.
E se a moda chega na Central do Brasil com pagode e funk ??? MÊ-DO...
Nesses tempos de neurose e terrorismo. Imagine voce numa estação de trem e de repente dezenas de dançarinos infiltrados entre os passantes fazem um surpreendente e inesperado espetáculo enquanto musicas tocam nos altos falantes da estação. Pois isso aconteceu em estações em Londres (Reino Unido) e Antuérpia (Bélgica) e faziam parte da gravação de comerciais para TV.
E se a moda chega na Central do Brasil com pagode e funk ??? MÊ-DO...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sigur Rós


Você está em um sonho. As cores já não correspondem mais à realidade. As pessoas falam em uma língua estranha, praticamente incompreensível. Elfos, vikings e vulcões se espalham por entre florestas de gelo e gêiseres. O frio toma conta do lugar, mas junto de uma estranha alegria, uma alegria melancólica, e uma esperança indestrutível, capaz de causar sorrisos e lágrimas.
É uma sucessão de viagens que duram entre seis e dez minutos, recheada de guitarras tocadas com arcos de violino, baterias a 10bpm, cordas e teclados esparsos, vocais etéreos e melodias belas, impressionantemente belas. Cada uma das canções parece ter sido feita por um artesão, trabalhando cada detalhe mínimo de sua obra sozinho, em um quarto isolado do mundo.
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