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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Horta de Ervas




Saiba como usar doze variedades de ervas e temperos na cozinha
Se voce tiver um quintal, ótimo. Se não tiver quintal, você pode cultivá-las em vasos.

Alecrim - é muito resistente e precisa ser podado de vez em quando. O tempero combina com vários tipos de pratos. As flores caem bem em doces e em saladas. Já as folhas em carnes, peixes e sopas. Curiosidade: o alecrim ajuda a manter os insetos longe.

Hortelã - é sensível ao calor e à chuva em excesso. Para cultivá-la, corte estacas da raiz ou do caule e mergulhe-as na água. Quando criar raízes, a planta está pronta para ser colocada na terra. O hortelã combina com peixes e carnes vermelhas. Também dá sabor a alguns sucos e sobremesas.

Orégano - não precisa de muito espaço e é resistente ao sol forte. Na hora de colher, retire as folhas junto com o caule. Macere as flores para tratar picadas de insetos.

Cebolinha - brota sempre folha nova. É resistente ao frio e se dá bem em qualquer canteiro de flores ou vaso. Basta manter o solo arejado e úmido. É uma delícia com receitas que levam ovo, legumes cozidos e em saladas.

Pimenta - para deixar sua horta colorida e alegre.

Manjericão - perfuma a casa e precisa ser plantado em local bem iluminado e arejado. Vai bem no molho de tomate do macarrão, na pizza e na salada.

Melissa - fácil de cultivar, ela pede solo bem úmido e vive bem na sombra. Suas folhas podem ser colhidas em qualquer época do ano. Experimente usá-la para temperar saladas, carnes assadas e molhos para peixe. Já o chá de suas folhas é calmante natural.

Sálvia - gosta de sol. Combina com assados e, picada na manteiga, é uma delícia para servir com torradas.

Tomilho - para cultivá-lo, é preciso um ambiente bem iluminado e arejado. Tempera muito bem o feijão e também combina com assados e sopas. O chá de suas folhas ajuda a combater a tosse.

Manjerona - muito popular nas cozinhas grega e italiana, a erva é usada no preparo de carnes, sopas, molhos de tomate e pizzas, bem como no tempero de óleos e vinagres. Batatas, pratos com queijo e omeletes ficam mais gostosos com manjerona.

Coentro - de sabor marcante, é muito usado nas cozinhas do Norte e do Nordeste do Brasil. Combina muito bem com frutos do mar apesar de ser ingrediente essencial no molho curry, usado na Índia para dar sabor a frangos e carnes.

Salsinha - gosta de sol e exala um perfume muito gostoso. Os ramos fresquinhos dão sabor a carnes, sopas, bolos salgados, saladas e omeletes.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

The Urban Homestead


Documentário: The Urban Homestead (2009)

Quando um hippie começa a transformar seu jardim, sua grama em horta, descobre coisas muito mais profundas do que apenas colher uma verdura. Compostagem, energia solar, transporte alternativo e muitas outras formas de vida de baixo impacto ambiental tornam-se o estilo de vida dele.
Com um terreno um pouco maior, sua família consegue vender o excedente, e com a renda, pode comprar o que precisa para sua vida, livrando-se do trabalho urbano que escraviza a humanidade.
Documentário inspirador que pode transformar radicalmente a sua maneira de ver a vida e de consumir alimentos.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Jardins Terapêuticos

Cresce no mundo a tendência de criar espaços idealizados especialmente para ajudar na recuperação de doenças
Fonte: Isto É

Os jardins sempre foram um espaço de bálsamo para a alma. É impossível não se acalmar diante do visual das plantas, do aroma das flores. Agora, essas características começam a ser usadas em favor de pessoas doentes ou das que apenas estão em busca de um momento tranquilo. Nos Estados Unidos e na Europa, cresce a tendência de criação dos chamados jardins terapêuticos. Eles são construídos ao ar livre ou em átrios e solários dos hospitais e em locais públicos, para serem frequentados pela população em geral. Não se trata, porém, de um jardim comum. Há características especiais que devem ser respeitadas para que ele de fato seja terapêutico. O primeiro cuidado é com a segurança.


Os pisos são antiderrapantes e as ruas, largas, com espaço para caminhar. Também são previstos pontos para descanso ou meditação. Se eles estiverem perto de uma fonte ou outro lugar de água corrente, melhor ainda. Outro diferencial é a escolha dos elementos que o compõem: há uma mistura de plantas medicinais, aromáticas e ornamentais. As medicinais são usadas simbolicamente e as demais porque também liberam aromas agradáveis, além de atraírem pássaros e borboletas. A ideia é desenhar um ambiente capaz de despertar os sentidos. Por isso, a cheirosa lavanda, as medicinais equinácea e erva-cidreira, e os cactos ornamentais estão entre as plantas mais usadas. Combinados com o canto dos pássaros e o barulho da água corrente, despertam a visão, a audição e o olfato, provocando o que os especialistas chamam de distração positiva. A ideia de criação dessas áreas surgiu da observação de que a saúde física e mental é influenciada por aspectos do ambiente físico, como sua luz natural, espaço ou som. “Quando olhamos para uma cena agradável, nossos sentidos são envolvidos positivamente”, disse à ISTOÉ Naomi Sachs, da empresa americana Landscapes Therapeutic, uma das companhias especializadas no desenvolvimento dessas áreas.


“Isso provoca a liberação de endorfinas, substâncias que promovem bem-estar.” Alguns trabalhos atestam o resultado da iniciativa. Um deles, feito no San Diego Children’s Hospital, nos EUA, mostrou que o jardim da instituição ajudou a diminuir o tempo de internação das crianças e melhorou a relação entre os pais, os pacientes e os funcionários. Em outro, realizado com portadores de dor, os cientistas verificaram que a distração obtida enquanto eles ficavam em um desses espaços causou relaxamento e reduziu sintomas. Também há exemplos em relação ao mal de Alzheimer. Uma pesquisa feita em 24 hospitais públicos e privados da Califórnia (EUA) revelou que os pacientes com melhor qualidade de vida eram os internados em instituições que dispunham de jardins desse tipo. “A combinação equilibrada de terapias farmacológicas, comportamentais e ambientais é eficaz para melhorar a saúde dos doentes”, concluíram os pesquisadores. Os benefícios ocorrem ainda em outros níveis.
Em um bairro violento da cidade de São Francisco, também na Califórnia, um desses jardins tem contribuído para baixar os índices de violência e melhorar um pouco a rotina dos moradores.


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Orquídeas


A Exposição de Orquídeas realizada anualmente no Jardim Botânico do Rio de Janeiro é considerada uma das mais importantes do mundo, atraindo visitantes de outros países.








sábado, 29 de novembro de 2008

Bouganvillea - Do Rio para o Mundo






Bougainvillea é um gênero botânico da família Nyctaginaceae, de espécies geralmente designadas como buganvílias. Essas angiospermas receberam vários nomes populares como "Primavera", "Três-marias", "Sempre-lustrosa", "Santa-rita", "Ceboleiro", "Roseiro", "Roseta", "Pataguinha", "Pau-de-roseira" e "Flor-de-papel".

A buganvilea foi descoberta em 1768 pelo naturalista francês Dr. Philibert Commerson na orla próxima à Cabo Frio, litoral do Rio de Janeiro. No entanto o naturalista francês batizou a planta em homenagem ao almirante da Marinha Francesa Louis-Antoine de Bougainville, que comandava o navio La Bodeuse em sua viagem ao redor do mundo entre 1766-1769, onde o Dr Commerson vazia parte da expedição.

Devido às suas notáveis caracteristicas ornamentais, tornou-se popular em várias regiões do planeta, da Califórnia ao Sudoeste Asiático e Taiti, e principalmente na região do mediterrâneo europeu (Grécia, Itália, Espanha etc).
Bouganvillea, bouganvilea, buganvilea, buganvilia, primavera


terça-feira, 26 de agosto de 2008

Parques Aromáticos

A bióloga Rita Mattei Persoli é pesquisadora da ação do cheiro de óleos essenciais no sistema límbico, região do cérebro onde se manifestam as emoções. Com uma equipe de estudiosos, Rita comprovou que rosas, laranja e lavanda têm odor ansiolítico. Traduzindo: odor que tranqüiliza... Diminui a tensão.
Após a inalação isolada desses três óleos, ratos de laboratório ficaram mais interativos e sociáveis. Numa outra experiência, bichinhos deprimidos inalaram essência de alecrim e reagiram como se tivessem tomado um estimulante. A bióloga acredita que esses efeitos sejam semelhantes nos humanos.
Por que as prefeituras não cultivam jardins aromáticos nas nossas cidades?

sábado, 19 de abril de 2008

Torne as ruas Verdes




Bombas de Semente
Para fazer brotar plantas e flores em canteiros abandonados que precisem urgentemente de vida e cores naturais, experimentem fazer o seguinte:

1. Misture num balde duas partes de sementes e três de adubo e depois acrescente cinco partes de argila em pó.
- sementes 2/10
- adubo 3/10
- argila em pó 5/10

2. Jogue água e misture até formar uma massa úmida. Enrole bolinhas de cerca de 2 centímetros.

3. Saia pelas ruas e jogue cuidadosamente essas bolinhas em canteiros e praças degradadas.

4. As "bombas" carregam nutrientes para que os botos comecem a crescer em solo pobre - é só esperar as próximas chuvas.